sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Dia do Educador


20 de outubro foi o dia do Educador e dia  de Luta, a comemoração foi um passeio
pela Cidade do Rio de Janeiro,região Portuária, seu entorno conhecido também como a pequena África assim conhecida entre 1850 e 1920. Passamos pela Pedra do Sal, Cais do Valongo e o Jardim suspenso do Valongo.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Criança é Prioridade


Hino Nacional Infantil


Encontro Nacional do Mieib 2013-Mobilização no Senado Federal em favor da Creche

Encontro Nacional do Mieib 2013-Mobilização no Senado Federal em favor da Creche











Rede Participa Do XXIX Encontro Nacional do Mieib de 20 a 22 de Novembro.














II Encontro Estadual do Proinfância Bahia MEC








Evento de 04 a 07  de novembro de 2013 que  abordou
o tema  " O currículo da/na Educação Infantil e suas múltiplicas linguagens.

Deixa eu Falar. Realização: Rede Nacional Primeira Infância


O Plano Nacional na Voz das Crianças: Deixa eu Falar!
http://issuu.com/gustavoamora/docs/deixaeufalar
Caso queira acessar o Deixa eu Falar! em uma versão para leitura na Internet, clique na imagem. Caso queira fazer o download em PDF,
As crianças são sujeitos e, como tais,constituem-se cidadãs, capazes e com direito de participar daquilo que a elas diz respeito. Assim está na Convenção dos Direitos da Criança, da ONU.
Como as crianças pequenas podem participar das políticas públicas? Quando e quanto escutá-las? Como colocar suas vontades, desejos e necessidades na balança em que pesamos as demandas, elegemos as prioridades, decidimos as ações?
A Rede Nacional Primeira Infância aceitou o desafio de incluir as crianças como sujeitos e co-autoras do Plano Nacional pela Primeira Infância. O olhar se tornou ver; o ouvir virou escutar. Vendo e escutando, apreendemos. E, assim, vertemos desejos e vontades, reclamações e pedidos, expressos nas múltiplas linguagens da infância, em temas deste documento técnico e político, que visa garantir seus direitos à infância e ao desenvolvimento mais amplo possível.
Aqui estão apenas algumas das falas, selecionadas pelo único critério de serem autênticas, vivas, verdadeiras expressões de crianças de 3, 4, 5 e 6 anos de idade.
O poeta Manoel de Barros descreveu essa verdade:
“Crianças em pleno uso da poesia funcionavam sem apertar o botão”.
A ponte que liga essas falas ao Plano que a Rede Nacional Primeira Infância formulou é o olhar que viu, o ouvir que escutou e o estar juntos que co(n)sentiu. O PNPI e o “Deixa eu falar”são frutos do olhar circular, não vertical, de crianças e adultos.
A co-autoria das crianças lhes dá a “autor- idade” de dizer, de serem ouvidas, de serem atendidas.
Que nós lhes sejamos fiéis.

Fórum RJ


A rede participar  do Fórum permanente de Edu. Infantil em São Gonçalo.
 Com Temas: Avaliação da e na Educação Infantil;Implicações da Lei 12,796.no
1 de outubro de 2013.

I Seminário


Rede participa do I seminário - Acriança e sua participação na Cidade.No dia 20 de setembro de 2013

A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com as seguintes alterações:


Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.796, DE 4 DE ABRIL DE 2013.

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar
outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 3o ...........................................................................
..............................................................................................
XII - consideração com a diversidade étnico-racial.” (NR)
“Art. 4o ..........................................................................
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da
seguinte forma:
a) pré-escola;
b) ensino fundamental;
c) ensino médio;
II - educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade;
III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e
modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino;
IV - acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não os concluíram na
idade própria;

Lei obriga pais a matricular crianças a partir dos 4 anos na pré-escola



Do UOL*, em São Paulo
05/04/201312h50
 
A partir desta sexta-feira (5), o ensino se torna obrigatório entre os 4 e 17 anos. A Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013, que altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (5).
 
·                                 Art. 6º
"É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 anos de idade"
·                                 Fonte: Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013 - página 1 e página 2
·                                  
Na prática, a lei regulamenta o que já estava determinado na Constituição Federal desde a aprovação da Emenda Constitucional nº59, no ano de 2009. A Emenda também estabelece um prazo até 2016 para a inclusão de todas as crianças no sistema de ensino a partir dos 4 anos. Hoje, a matrícula é obrigatória a partir dos 6 anos de idade.
Segundo a lei publicada hoje, "a educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade".
Ficou estabelecido que a educação infantil será organizada de acordo com as seguintes regras:
§                          Avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental;
§                          carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por um mínimo de 200 dias de trabalho educacional;
§                          atendimento à criança de, no mínimo, 4 horas diárias para o turno parcial e de 7 horas para a jornada integral;
§                          controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% do total de horas;
§                          expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.
Entenda
A pré-escola é a etapa anterior ao ensino fundamental e compreende a faixa etária dos 4 aos 5 anos de idade. Antes da mudança na Constituição, o ensino fundamental era a única fase escolar obrigatória no Brasil. Depois da emenda, o ensino passa a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, incluindo a pré-escola, o ensino fundamental e o médio. É dever dos pais matricular seus filhos a partir dos 4 anos e obrigação das redes de ensino garantir a vaga para todos as crianças a partir da mesma idade.
Os dados mais recentes do IBGE indicam que 1.154.572 crianças de 4 e 5 anos ainda estavam fora da escola em 2010.  Apesar do enorme contingente ainda excluído, a matrícula na pré-escola avançou significativamente na última década. Em 2000, apenas 51,4% tinham acesso a educação nesta faixa etária, patamar que saltou para 80,1% em 2010.
 Gostaria de problematiza sobre duas coisas referente a materia acima, uma delas refere-se ao art.6º da lei 12.796 que, a meu ver, tenta culpabilizar os pais pelas crianças de 4 e 5 anos estarem fora da escola, quando sabemos bem que não é isso. E a segunda e mais grave refere-se aos 2 últimos itens: controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% do total de horas;
1. controle de frequencia - (se nesta etapa a aprendizagem não é contínua pq o controle rígido da frequencia?)
  2. expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança (Se não tomarmos o devido cuidado isso poderá se tornar mais um massacre às nossas crianças, como esses profissionais farão para atestar os conhecimentos das crianças? quais instrumentos de mensuração serão utilizados??) enfim....
Abraços,
Adelaide Joia

Assembléia da Rede Nacional Premeiara Infância nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2012


A Rede Participou da Assembléia da Rede Nacional Premeiara Infância nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2012 segue alguns momentos.




POSICIONAMENTO DO MIEIB SOBRE A ESTRATÉGIA 1.17, DA META 1, DO 2º PROJETO SUBSTITUTIVO AO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PL O8.035/10



O MIEIB, criado em 1999, é um movimento social que está presente em todo o
território nacional, cujo foco específico de atuação é a defesa da Educação Infantil no
Brasil. É uma organização autônoma, integrada aos movimentos sociais, de caráter
interinstitucional e suprapartidário, comprometida com a Educação Infantil, que defende
a garantia do acesso a um atendimento de qualidade a todas as crianças de zero a seis
anos e o fortalecimento desse campo de conhecimentos e de atuação profissional no
Brasil.

A Educação Infantil é um direito da criança de 0 até 6 anos de idade assegurado na
Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBEN) n°
9394/96). Há 15 anos como 1ª etapa da Educação Básica, essa etapa do ensino ainda
tem sido palco de discussões controversas devido à sua história e às funções higienistas,
assistencialistas e compensatórias que lhes foram atribuídas ao longo do tempo.

Mas, mesmo com avanços significativos no campo da pedagogia da infância e da
legislação, ainda somos surpreendidos com propostas que não são cabíveis no
âmbito da Política Educacional para esta faixa etária, considerando-se o panorama de
avanços conceitual e legal da área.

Queremos, aqui, referendar o que está posto, no Art. 5º, da Resolução CNE/CEB Nº 5
de 17 de dezembro de 2009, Diretrizes Curriculares de Educação Infantil, que define
o que é e como se constitui uma instituição de educação infantil:

Campana Latinoamericana por el Derecho a la Educación


A VII Asamblea de la Campana Latinoamericana por El Derecho a La

Educación;

Aconeteu nos dia 10ª13 de abril de 2012 – Quito, Ecuador, que discutio a

luchas sociales, derechos humanos y educación por democracias fortalecidas

y cuidadanías activas em América Latina y el Caribe. Com representantes de:

República Dominicana, Brasil, paraguay, Colombioa, Chile, México, Guatemala,

Panamá,Nicarágua,Peru,Bolívia, Haiti,Argentina,Ecuador, Venezuela, Costa

Rica Espana,Venezuela,Reino Unido, Uruguay,Zâmbia, Sudáfrica.

Nesse período o objetivo foi: citar alguns;

1 - De aprofundar el análissis sobre el escenario de lãs democracias em La

región, los avaces, reto, tensiones, contradicciones, y el contexto de lucha por

derecho a La educación.

2 - Aprofundar


y el derecho a La comunicação em La luta por democracias fortalicidas y

ciudadanías activas.

Consolidar lãs relaciones institucionales de la CLADE y de aliados.

e analizar as relacoões entre el derecho a La educación

3 - Fortalecer la red em lo que troca lãs sinergias entre comunicación y

educación, impulsando aún más los processos de incidência.

10 de abril pela manhã teve uma Conferencia Magistra sobre Demcracias em

América Latina y el Caribe. Com Pablo Gentine e Francisco Dávila – Onde os

temas abordados falaram de questões e problemas que hora enfrentamos no

Brasil, nas escolas, as condições de trabalho dos maestros/ mestras, ou seja,

dos professores e o papel da Sociedade.

11 de abril – Panel sobre Rasgos de la coyuntura em el escenario de lucha por

el derecho humano a la Educação.

12 de abril – Cooperación internacional, fortalecimiento y Sostenibilidad de lãs

redes de la sociedade civil.

13 – oficinas ou Tallers simultâneos todo el dia para troca de experiências,

presentações como: Violência contra mulher, tema como Educação Popular,

O Brasil apresentou sua experiência da luta pelo FUNDEB apontando sua

estratégia na comunicação, divulgação, mobilização.

Teve reuniões para tratar do RIO + 20, articulação para eleição do Comitê da

CLAE e eleição da mesma.

15 de abril – reunión Regional Del Proyecto Fresce. Balance de la

implementacióne Del Proyecto Fresce em América Latina.

Luzinete Moreira

Rio, 22 de abril de 2012

Nova Lei Infantil


 Trecho da nova lei

Lei 12.602/12 | Lei nº 12.602, de 3 de abril de 2012

Institui a Semana e o Dia Nacional da Educação Infantil.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É instituída a Semana Nacional da Educação Infantil, a ser celebrada anualmente na semana de 25 de agosto, data esta que passa a ser comemorada como o Dia Nacional da Educação Infantil, em homenagem à Dra. Zilda Arns.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 3 de abril de 2012; 191o da Independência e 124o da República.
DILMA ROUSSEFF
Aloizio Mercadante
Vitor Paulo Ortiz Bittencourt

Audiencia Pública



 
No dia 27/03/12, a professora Maria Luzinete Moreira, que integra a coordenação colegiada do Fórum Permanente de Educação Infantil  e representante da Rede Comunitária de Educação Infantil do Rio de Janeiro participou na Assembléia Legislativa da  Audiência Pública - terça-feira, às 10h no Auditório do Prédio Anexo da ALERJ (Rua Dom Manuel, s/nº, 6º andar, Praça XV, Rio de Janeiro). Tema da Audiência "Educação Infantil e formação de profissionais no Estado do Rio de Janeiro (1999-2009).
“Pesquisadores”:Sonia Krame (PUC-Rio), Maria Fernanda Nunes (UNIRIOePUC-Rio), Patricia Corsino (UFRJ).
 A Audiência contou com a promoção das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e da Comissão de Educação.  Importante destacar esta iniciativa como oportuna para se conhecer a Educação Infantil e sua organização, cobertura do atendimento e sobre tudo nos aspéctos da formação de profissionais nas redes públicas de municipais do Estado do Rio de Janeiro, na faixa etária de 0 a 6 anos.

Reunião MEC



A Rede Comunitária de Educação Infantil participou nos dias 1 e 2 do mês março de 2012, de reunião em Brasília organizada pelo MEC e pela RNPI – Rede Nacional Primeira Infância,com a participação de várias organizações da Rede. A reunião no primeiro dia foi aberta pelo novo Secretario da Educação Básica do Ministério da Educação – MEC – Sr. Cesar Callegari e pela Coordenadora da COEDI – Professora Rita Coelho.
Na reunião o secretário afirmou a importância da Educação Infantil no contexto educacional e também demonstrou seu empenho em trabalhar em pról de seus avanços, citou como marco de sua experiência as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil.
Comunicou a permanência da Professora Rita Coelho na Coordenação da Educação Infantil, após essa abertura começaram as apresentações dos programas voltados a Políticas para a Educação Infantil implementadas pelo MEC.
A COEDI apresenta questões conceituais referentes a políticas para creche e pré-escola, com dados atuais da política educacional, são elas: Proinfância, programa Nacional de Biblioteca, Fundeb e Educação do Campo.
No segundo dia foi voltado para a pauta da RNPI, realização da assembléia extraordinária, análise e encaminhamentos sobre o cenário da primeira infância no âmbito dos Governos.

Concepção de educação Infantil



“Sabem por que é que eu pinto tanto   menino em gangorra e balanço?
Para botá-los no ar, feito anjos.”
                                Candido Portinari
É muito atual o esforço de se refletir sobre a concepção de Educação Infantil, conceito amplo, carregado de idéias e significados com grande abrangência no campo educacional. É a expressão de processos de formação por grupos distintos. A  nossa concepção nasce do próprio trabalho que vem se realizando, pesquisando e desenvolvendo com as crianças pequenas. Procuro pensar conceitos como este como um fenômeno social que busque valorizar as relações entre criança e infância. O brincar e as diferenças, como fio condutor para pensar a concepção de educação infantil.
Historicamente[1] a ausência de políticas públicas voltadas para o atendimento à criança de 0 a 6 anos no campo educacional, sobretudo entre a população de baixa renda, provocou um considerável crescimento na criação de centos de educação infantil, na década de 1980 para atender à demanda da época, que se reflete nos dias atuais no processo e no panorama da política educacional voltada para a Educação Infantil. É notório o avanço nas mudanças do ponto de vista pedagógico e político...


O movimento comunitário, desde a sua origem, possui uma tradição histórica que lhe confere um marco próprio de pensar a infância, a educação e os profissionais a ela vinculados, numa perspectiva de compreensão das múltiplas culturas que habitam o cotidiano das crianças, especialmente das mais pobres. Ao mesmo tempo este movimento vem expressando um compromisso social, ético e político no desenvolvimento social, econômico e cultural das comunidades nas quais está inserido                                                             
O grande desafio tem sido pensar e repensar a concepção de educação infantil estabelecendo relações com a criança e a infância e a organização do espaço e do tempo de cada uma. Este é um tempo de muitas discussões e interrogações frente a textos legais, que apontam para o direito à Educação Infantil.
A Constituição Brasileira, promulgada em outubro de 1988, estabelece que: o Estado tem o dever com a educação que será efetivada mediante a garantia de atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade (Art. 208). 
Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA (Lei no. 8.069/1990).As crianças e adolescentes deixaram de ser rotulados de “em situação irregular” para terem seus direitos garantidos em uma doutrina sócio-jurídica de “proteção integral”, preconizada pela ONU, tendo o Brasil como signatário.
A LDB – Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (Lei no. 9394/1996), estabelece as diretrizes educacionais nacionais e o atendimento em creche, às crianças de até três anos de idade e em pré-escolas, às crianças de 4 a 6 anos.       
Contudo, sabemos que mudanças que traduzem qualidades educacionais não ocorrem somente por meio de leis e diretrizes. É preciso que as concepções e engajamentos sejam incorporados pelos atores envolvidos. Assim, a concepção de educação infantil passa pelo projeto de formação de sujeito critico, criativo, capaz de se apropriar de conhecimento na construção da cidadania.
Durante décadas a infância foi vista como objeto de cuidado materno. Historicamente a construção de Infância foi se dando a partir do outro, da escola, e das políticas públicas. Hoje, as pesquisas apontam para outro olhar de infâncias, que passam a ser responsabilidade da Família, do Estado e da Sociedade, com uma reflexão de condições e possibilidades.
Tenho, ao longo do tempo, participado de uma organização social, sem fins lucrativos, sem distinção de credo, raça, cor, sexo ou religião, que congrega instituições comunitárias, de educação infantil, com ações articuladas a nível municipal, estadual e federal, na realização de experiências em defesa dos direitos básicos das crianças pequenas à educação.
Ao refletirmos na concepção de educação Infantil devemos ampliar o olhar para a criança e estabelecer instrumentos e processos que levem em conta a especificidade, e consequentemente a estratégia para compreensão de cidadão com direito ao acesso e à permanência na  educação, onde a brincadeira, a cultura, possam                promover e garantir a manutenção das infâncias.
É nesse horizonte que olho para a concepção de Educação Infantil na perspectiva de se discutir e repensar uma concepção ampliada dentro da preocupação com as brincadeiras, o lúdico, com a capacidade de recursos físicos e humanos habilitados.
O desafio é grande, pois, a educação infantil ocupa duas facetas, a de cuidar e de educar, o que exige participação, cumplicidade e competência.  Portanto considero que os anos 80 foram marcados por mobilizações em torno da criança e do adolescente, o que significou a participação ampla da sociedade em busca de afirmação de concepção de Criança e assim, ela ganha o mundo como sujeito de Direito, histórico com possibilidade de desenvolver-se afetiva e cognitivamente.
Precisamos olhar para a Educação Infantil como um conjunto de Diretrizes, metas, procedimentos, processo de interações articulados com os poderes públicos e com a sociedade, na perspectiva de formulação e implementação de políticas, pela universalização do atendimento efetivo que contemple equidade e qualidade da Educação Infantil,   para todas as crianças independentemente de sua classe social.
Palavras – Chave: Infância; Integração; Concepção, criança, Educação.
Referência bibliográfica:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm
______. Lei no. 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm
______. Lei no. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
FPEI/RJ. Folder. Rio de Janeiro: Fórum Permanente de Educação Infantil, 2009.
Sobre o autor: Maria Luzinete Moreira  Educadora e Coordenadora Pedagógica do Centro de Educação Infantil Comunitário Estrelinha Azul, Conselheira pelo CMDCA de São Gonçalo, Integrante do Fórum DCA de São Gonçalo, da Rede de Integração de Educação Infantil do RJ, do Fórum Permanente de Educação Infantil do RJ, e do Comitê Diretivo do Mieib, representando a Região Sudeste.
Contexto de Produção: para Seminário de Concepção de Educação Infantil – MEC / RNPI).


[1] A creche/Pré-Escola são conquistas das mulheres trabalhadoras, brasileiras, foram elas  que procuram prover este atendimento em áreas mais carentes. Assim é possível perceber ao longo da historia de luta pela Educação Infantil identificar as diferentes concepções de educação, criança, infância, elaboradas a partir das visões ideológicas e conjunturais: política, sociais e econômicas. O movimento de luta pró-creche vem ocupando o lugar de protagonista compromissado com o político-pedagógico, na busca de garantia e promoção  da Política de Educação Infantil.

Reunião Técnica Estadual do PROINFÂNCIA



 
A Rede participou da Reunião Técnica Estadual do  PROINFÂNCIA: fortalecendo as políticas  municipais de
Educação infantil, organizada pelo MEC nos dias 21 1 22 de novembro de 2012 – no Rio de Janeiro. Participaram do evento CEE/RJ, UNDIME,UNCME/RJ, MEC, UNIRIO, Fórum Permanente de Educação Infantil, Promotora da Educação mais outros municípios.


XXVIII Encontro Nacional do MIEIB


A Rede participou  do XXVIII Encontro Nacional do MIEIB ( Movimento Interforuns de Educação Infantil do Brasil) e o  III Simpósio de Educação Infantil – Políticas cotidianos e formação. Um tema atual e recorrente para a educação das crianças pequenas de 0 a 5 anos e 11 meses. O tema expressa uma preocupação entre profissionais da área: Professores/ as, alunos/as. Gestores e pedagogos. O evento articulou o ensino, a pesquisa e a extensão.Aconteu  na Universidade Federal de Vitória- Espírito Santo de 18 a 21 de Dezembro 2012.
 



Mesa de Articulación de Org. Sociales de América Latina y el Caribe


Durante la mañana del sábado 29 de setiembre se reunión en Santiago de Chile la Mesa de Articulación de Asociaciones Nacionales y Redes Regionales de ONgs de América Latina y el Caribe. Participé de la reunión representando a la Red Encuentro, de Argentina.

En la primera parte de la reunión evaluamos el VI Foro Eurolatinoamericano e intercambiamos miradas acerca de lo allí acontecido. En Plenario y de común acuerdo la Mesa decidió, por una parte expresar su convicción de hacer presente la defensa de los derechos sexuales y reproductivos de las mujeres en todas las acciones de incidencia en las que tuviere que actuar. Asimismo, se propuso que la conducción de la Mesa de Articulación solicite una reunión con el directorio de la Plataforma Europea Concorde para expresar la postura de las Organizaciones Latinoamericanas respecto a algunos temas que resultaron particularmente conflictivos en el proceso de tramitación del foro que acabamos de realizar.

Por otra parte, en forma unánime, la Mesa decidió apoyar los derechos argentinos de soberanía sobre las Islas Malvinas e Islas del Atlántico Sur, expresando su rechazo a la presencia colonial de la Gran Bretaña en terriorio latinoamericano.

 

Dedicamos también una parte de la reunión a considerar la temática de la Cooperaciòn Internacional y sus nuevos desafìos. En particular, el avance que se está produciendo desde el sector privado que produce de hecho formas “privatizadoras” de la cooperación. Se decidió crear un equipo de trabajo de la Mesa para ir profundizando en estas cuestiones con el aporte de muchos de sus miembros que vienen trabajando la temática.

Por otra parte, y ante la iniciativa “Más allá del 2015” (Beyond 2015), también se decidió asumir una postura regional que dé cuenta de las preocupaciones de América Latina y el CAribe, en particular respecto de tomar la cuestión de la desigualdad por encima de la lógica de “erradicación de la pobreza”, a partir de las consideraciones políticas de ambas posturas y perspectivas.

 

Se encargó a Latindadd de explorar las posibilidades de avanzar en la agenda regional con Unasur y CELAC para las organizaciones sociales, al tiempo que la Plataforma Interamericana de Derechos Humanos asumió la tarea de redactar el texto de postura para la cuestión de los DD sexuales y reproductivos.

 

Asimismo, manifestamos nuestra preocupación por las situaciones de Honduras y Paraguay, en particular respecto de las matanzas que se están produciendo en el primero de los países teniendo como víctimas a campesinos hondureños.

 

Luego de 5 horas de reunión ininterrumpidas, dimos por finalizada la reunión con la impresión de haber avanzado en el proceso de construcción regional.

 

Alberto Croce (Fundación SES-Red Encuentro)

Seminário Internacional debate o direito à educação na primeira infância


No evento, aberto ao público, será apresentado o relatório internacional “Direitos desde o princípio: Educação e Cuidados na Primeira Infância”, da Campanha Mundial pela Educação (CME)

No próximo 22 de agosto, será apresentado em São Paulo o relatório Direitos desde o princípio: educação e cuidados na primeira infância”, publicação lançada este ano pela Campanha Mundial pela Educação (CME). O estudo revela que, em âmbito global, não se cumpre o direito à educação na primeira infância, e adverte: atualmente, 200 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade não têm acesso à educação e ao cuidado no mundo.

O seminário de lançamento, promovido pela Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE), em parceria estratégica com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, do Brasil, será aberto ao público e contará com exposições de Vernor Muñoz, redator do estudo e ex-Relator Especial da ONU sobre o Direito à Educação, e de Rosa Maria Ortiz, relatora sobre os direitos da infância da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

O relatório foi produzido no marco da Semana de Ação Mundial 2012, mobilização internacional que neste ano destacou como tema o direito à educação na primeira infância, e teve ampla participação da sociedade civil em todo o mundo. Os autores sublinham que apenas a metade dos países do mundo tem programas oficiais voltados a crianças de até 3 anos e que, mesmo nestes países, apenas uma minoria das crianças nesta faixa etária é atendida.

O estudo tomou como base a avaliação dos planos e orçamentos governamentais, demonstrando que em geral não se prioriza a primeira infância nas estratégias educativas nacionais. “É preocupante que se continue negando às crianças seus direitos fundamentais. A CME demanda marcos legais e políticas focadas nas crianças, além de um financiamento que responda ao direito à educação e ao cuidado na primeira infância, sem discriminação”, afirma a presidenta da Campanha Mundial e coordenadora geral da CLADE, Camilla Croso.

O público interessado pode inscrever-se para participar do seminário pelo e-mail campana@campanaderechoeducacion.org; uma mensagem de confirmação será enviada pela organização do encontro. Ao final, serão distribuídos certificados de participação.

Serviço:

Seminário Internacional e lançamento do informe “Direitos desde o principio: educação e cuidado na primeira infância”

Data: 22 de agosto de 2012

Hora: 19h

Local: Auditório da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Av. da Universidade, 220 - Travessa Onze - Cidade Universitária - São Paulo.

Participam: Vernor Muñoz, redator do Informe e ex-Relator Especial sobre o Direito à Educação da ONU; Rosa Maria Ortiz, relatora sobre os direitos da infância da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH); Camilla Croso, presidenta da Campanha Mundial pela Educação e coordenadora geral da CLADE; Iracema Nascimento, coordenadora executiva da Campanha Nacional pelo Direito à Educação do Brasil.

Inscrições pelo e-mail: campana@campanaderechoeducacion.org; a organização enviará uma mensagem de confirmação.

Realização: Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE) e Campanha Mundial pela Educação (CME)

Aliança Estratégica: Campanha Nacional pelo Direito à Educação do Brasil

Apoio: Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

Informações à Imprensa

Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE)

Lançamento da Ação Brasil Carinhoso


Manifesto em Defesa das Creches Comunitárias da Baixada Fluminense.


Neste momento, em que nos alegramos com a queda dos índices de mortalidade
infantil e o crescimento da renda das famílias brasileiras, o Fórum Permanente de
Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro vem chamar a atenção para situação
de penúria das creches comunitárias da região metropolitana do Rio de Janeiro, em
especial, as da Baixada Fluminense.
Desde 1988, a educação infantil foi assumida legalmente como direito das
crianças e dever do Estado, sendo as prefeituras municipais as responsáveis pelo
atendimento em creches e pré-escolas. De acordo com a LDB (1996), é nestes espaços
institucionais que as crianças percorrem a primeira etapa da educação básica.

Por força da luta de movimentos sociais comprometidos com os direitos da
infância, nos últimos anos, cresceu significativamente o acesso à pré-escola. De acordo
com os resultados do Censo Demográfico de 2010, no Brasil, cerca de 80% das crianças
de 4 e 5 anos de idade estavam matriculadas numa pré-escola. Entretanto, esta não
é a realidade das menores: entre as que têm entre 0 e 3 anos de idade, apenas 23,5%
freqüentavam uma creche.
Mas, se a desigualdade de acesso às creches é uma questão grave no Brasil, a
situação é ainda pior na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, onde se concentra
72,5% da população do estado: aqui, em 2010, apenas 11,0% das crianças entre 0 e 3
anos de idade freqüentavam uma instituição pública de educação infantil.
É importante que esclarecer que, na maioria dos 17 municípios que compõem
esta região, o atendimento é, historicamente, realizado por instituições comunitárias que
nasceram para cumprir o papel que os poderes públicos não cumprem. Entretanto, muita
coisa mudou, desde que, em plena ditadura militar, mulheres das classes populares
criaram as primeiras creches, com o objetivo de proteger as crianças da fome e da
barbárie. Hoje, temos uma legislação avançada e diretrizes curriculares nacionais que,
dos pontos de vista político e conceitual, definem as responsabilidades do poder público
em relação à educação infantil e afirmam as crianças como pessoas singulares, que
tem seu próprio modo de perceber e de intervir na realidade, que são seres da cultura
e simultaneamente da natureza, sujeitos de direito, mas também sujeitos corporais,
afetivos, brincantes, inteligentes, criativos.
Este manifesto quer sensibilizar as autoridades dos municípios da Baixada
Fluminense no sentido de que assumam suas responsabilidades, comprometendo-se
com o direito das crianças ao atendimento em creches. Isto significa ampliar o número
de vagas nas redes públicas, que atualmente atende a apenas 5,68% das crianças de
0 a 3 anos e 46,34% das crianças de 4 e 5 anos. Mas significa também assegurar o
atendimento que hoje é prestado pelas instituições comunitárias conveniadas!
Desde meados de 2011, o repasse de recursos das prefeituras para estas
instituições vem se dando de forma irregular. Devido à morosidade no processo de
renovação dos convênios, algumas das instituições já fecharam as portas. Outras,
resistindo bravamente, vêm apelando à generosidade e compromisso das famílias e dos
comerciantes locais, nos sentido de assegurar a alimentação diária.
Chamamos a atenção das autoridades para o fato de que, de acordo com a
Declaração Universal dos Direitos Humanos e também da Constituição Brasileira, o
atendimento às crianças é prioridade absoluta. Se é dever assegurar bem-estar às
crianças, é preciso que os órgãos de administração municipal sejam ágeis na reavaliação
dos convênios (que são celebrados de janeiro à dezembro); e que as prefeituras não
cancelem a distribuição da merenda nos períodos de renovação, pois recebem recursos
do governo federal para alimentar crianças que constam do Censo Escolar do Ministério
Se as crianças são a espécie que se renova sobre a Terra, em tempos de Rio+20,
não basta preparar os estádios, as ruas, os monumentos. É preciso educar e cuidar de
meninos e meninas, assegurando creches que as acolham em suas necessidades
corporais, emocionais, cognitivas, espirituais, sociais, ambientais.


Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro

Maio de 2012

Fórum Infâncias e Escolas da Natureza


Informamos que o Fórum Infâncias e Escolas da Natureza será realizado no dia 2 de junho, em parceria com o Fórum de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro (segue folder em anexo)
Desta vez, o tema será o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
Este documento, elaborado no contexto da ECO 92, tem orientado educadores ambientalista de todo o mundo,  no sentido de praticar uma Educação Ambiental critica.  Ou seja, uma Educação comprometida com a proposição de modelos de desenvolvimento econômico-cultural que não provoquem desequilíbrio ambiental e desigualdade social, mas, ao contrário,  assegurem bem estar e felicidade a todos os povos e espécies.
Neste período que antecede a Rio +20, em várias partes do mundo, o Tratado de Educação Ambiental está sendo revisitado, através de um processo democrático que possibilita a sua renovação, em conexão com as necessidades do presente.
Convidamos você a participar deste processo de construção, que teve início há 20 anos atrás e agora tem continuidade através da II Jornada Internacional do Tratado  Educação Ambiental, a ser realizada no  no dia 2 de junho: num primeiro momento, faremos um histórico da construção do Tratado; a seguir, nos dividiremos em grupos para revisitar o documento, refletir e apresentar  propostas; e, num terceiro momento, faremos uma oficina para a confecção de bandeiras que expressem a nossa visão. Estas bandeiras serão a nossa contribuição para a Cúpula dos Povos, evento organizado pela sociedade civil, a realizar-se no Aterro do Flamengo, durante a Rio + 20.
Venha participar deste momento histórico!
Venha refletir sobre concepções e práticas educativas que contribuam para ecologizar nossas vidas, nossas escolas!
Contamos com a sua presença e apoio na divulgação.
V Fórum Infâncias da Natureza - Fórum de Educação Infantil 
2 de junho, sábado, 9 às  13hs,  Auditório Paulo Freire,  UNIRIO.